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terça-feira, 31 de maio de 2016

Cultura do Amapá em Tatuí

Nesta terça-feira, dia 31 de maio, o Conservatório de Tatuí apresentará show de Marabaixo, com as cantoras Patrícia Bastos e Oneide Bastos e Paulinho Bastos, este último, integrante do grupo Banzeiro do Brilho de Fogo do Amapá. A direção e os arranjos são de Paulo Flores.

Associado às festividades de devoção a santos católicos, o Marabaixo, manifestação que congrega dança, música e canto, é, na atualidade, relacionado à identidade social do estado do Amapá. O show, que contará com atuação dos alunos do Conservatório, terá ingressos vendidos a R$ 12 (R$ 6 meia entrada) e acontece no teatro Procópio Ferreira. No show, serão apresentadas, entre outras, obras como Mei Mei (Val Milhomem e J. Gomes), Demônio de Batom (Dante Ozzetti e J. Gomes), Jeito Tucuju (Val Milhomem e J. Gomes) e Último Chá (Paulinho Bastos).

O marabaixo é uma festividade folclórica de origem africana, realizada pelas comunidades negras do estado do Amapá. Consiste em homenagear o Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade com missas, novenas, ladainhas (parte sagrada dos festejos) e danças de roda (parte profana dos festejos) puxada pela batida de tambores chamados de “caixas de marabaixo”.

Ontem, segunda-feira, Paulinho Bastos coordenou uma oficina de Marabaixo, baseada no projeto Banzeiro, criado em 2014, com as oficinas de percussão no quilombo do Curiaú, e as itinerantes, em praças, associações, faculdades e escolas do centro e periferia de Macapá, orientadas por instrutores com conhecimento musical. Também foram oferecidas oficinas de confecção de tambores e produção de adereços, abertos para a população. O projeto é coordenado pelos músicos Adelson Preto, Paulinho Bastos e Alan Gomes. Com aceitação da população e adesão de músicos e outros artistas, o Banzeiro é reconhecido como a primeira orquestra de percussão do Amapá formada por pessoas de todas as faixas etárias, que através da música e arte, aprendem a importância da valorização das tradições regionais, impressas em canções e dança. “Tiramos o marabaixo e batuque dos barracões e levamos para outros espaços públicos, onde os alunos aprenderam a tirar o som das caixas, e se arrumar com flores, chapéus de palha, saia rodada e outros adereços da nossa cultura”, explica Paulinho Bastos.

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