Boletim de informações COVID-19 n° 156 Tatuí, 03 de julho de 2020 - 11h

488 CONFIRMADOS
408 RECUPERADOS
27 ÓBITOS
48 SUSPEITOS
18 HOSPITALIZADOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

sexta-feira, 19 de junho de 2020

PGR acusa Guiga Peixoto de usar verba oficial para divulgar ato antidemocrático

Guiga Peixoto, Bia Kicis (DF), General Girão (RN) e Aline Sleutjes (PR) são citados pelo uso de cotas parlamentares na contratação de empresa Inclutech Tecnologia

Por Redação RBA, com edição do DT

Guiga Peixoto: desembolso de R$ 6,5 mil da cota pela "criação e elaboração de peças em vídeo para publicação na web"

19/06/2020 | Quatro deputados do PSL, o ex-partido do presidente Jair Bolsonaro, foram acusados pelo Vice-Procurador-Geral da República, Humberto Jacques, do uso de verbas parlamentares para divulgar os atos antidemocráticos de 3 de maio. São eles: Bia Kicis (DF), General Girão (RN), Aline Sleutjes (PR) e o tatuiano Guiga Peixoto.

Segundo reportagem de Gabriel Mascarenhas na coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o procurador requisitou a quebra de sigilos bancários, fiscal e telemático dos congressistas aliados de Bolsonaro. 

De acordo com Jacques, três dos quatro investigados contrataram a empresa Inclutech Tecnologia em abril, sob a rubrica divulgação de atividades, para “promover o respectivo apoiamento aos atos antidemocráticos”, informa o jornal.

Ainda segundo o documento da PGR, Kicis desembolsou R$ 6,4 mil da cota pela “criação e elaboração de peças em vídeo para publicação na web”. Guiga Peixoto, sustenta o procurador, gastou R$ 6,5 mil e Aline Sleutjes, R$ 10 mil em serviços semelhantes, mas com o mesmo objetivo.

Jacques afirma ainda que General Girão usou R$ 7,4 mil do cotão para contratar a empresa Lima Junior, conforme diz a investigação, também para bater bombo pelos protestos.

Na petição, Jacques afirma que “como se pode verificar, no ecossistema de redes sociais e propagação de ideias de mobilização social e realização de manifestações ostensivas nas ruas, há participação de parlamentares tanto na expressão e formulação de mensagens, quanto na sua propagação e visibilidade, quanto no convívio e financiamento de profissionais na área”.

E conclui: “Na parte visível de toda essa organização há militantes, há políticos, há organização, há recursos financeiros. Há também direitos. Todavia, potencialmente pode haver abusos e crimes que precisam ser apurados a partir do esclarecimento do modo de funcionamento estruturado e economicamente rentável de uma escalada de organização e agrupamento com pretensões aparentes de execução de ações contra a ordem constitucional e o Estado Democrático e provocação das Forças Armadas ao descumprimento de sua missão constitucional”.

Do site Rede Brasil Atual com edição do DT

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