Boletim de informações COVID-19 n° 123 Tatuí, 30 de maio de 2020 - 11h

26 SUSPEITOS
0 ÓBITOS SUSPEITOS
153 CONFIRMADOS
117 RECUPERADOS
10 ÓBITOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

terça-feira, 14 de abril de 2020

Procurado pela morte da missionária Dorothy Stang é preso em Itapetininga

Crime ocorreu em 2005, em Anapu, no Pará

Homenagem a Dorothy Stang em Arandu, no Pará. Crédito da foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

Do Cruzeiro do Sul, com edição do DT

14/04/2020 | Um homem de 37 anos, procurado pela Justiça do Pará por envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, em 2005, foi preso em Itapetininga, região de Tatuí, na noite desta segunda-feira (13).

Segundo a Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento por volta das 19h quando recebeu uma denúncia anônima de que o suspeito foragido estaria em uma casa na rua João de Arruda, na Vila Nova Itapetininga.

A equipe foi até o local e encontrou o homem, que era alvo de um mandado de prisão pelo homicídio cometido há 15 anos. Ele chegou a apresentar resistência, mas foi detido. No local foram encontrados documentos falsos.

O homem foi encaminhado para a Delegacia Seccional de Itapetininga, onde foi autuado. De acordo com a Polícia Civil, ele foi preso preventivamente e encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Capela do Alto.

A delegacia informou, ainda, que a Justiça do Pará será comunicada sobre a prisão e, se houver interesse do juiz responsável pelo processo, o preso poderá ser transferido para o sistema prisional do Estado.

Caso Dorothy Stang

A missionária americana Dorothy Stang foi assassinada em 2005, aos 73 anos, em Anapu, no Pará. Irmã Dorothy foi responsável pela criação do primeiro programa de desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Com o projeto, vários fazendeiros e madeireiros tiveram suas terras confiscadas pelo Incra. Segundo o Ministério Público, a morte da missionária foi encomendada por latifundiários da região.

Condenado por ser um dos mandantes do crime em 2010, o fazendeiro Regivaldo Galvão foi preso no ano passado, na casa dele em Altamira, interior do Estado. A pena é de 30 anos de reclusão.

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