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Tatuí, 


quarta-feira, 23 de junho de 2010

São José do Rio Pardo teme pelo fechamento do Polo do Conservatório de Tatuí

Diretor do Pólo em São José e diretoria do Conservatório em Tatuí negam que haja qualquer possibilidade.
 Veja matéria do site www.jornaldemocrata.com.br

O possível fechamento do Pólo Avançado do Conservatório Musical de Tatuí em São José do Rio Pardo não passa de especulação. O boato de que a escola poderia encerrar suas atividades na cidade para virar escola particular de música, circula há algum tempo, mas foi intensificado nas últimas semanas. O diretor do Pólo em São José, Agenor Ribeiro Netto, e a diretoria do Conservatório em Tatuí negam que haja qualquer possibilidade.
Segundo a especulação, o Pólo encerraria as atividades devido à alta demanda de recursos. As viagens e os salários dos professores estariam custando muito para a instituição estadual.
A diretoria da Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí informou através de nota, que “a Associação de Amigos não quer fechar o Pólo ou qualquer escola de música, seja de onde for. Tampouco considera os gastos tão altos quanto o autor da ideia sugere. Sem mais, a instituição opta por não se estender sobre boatos”.O diretor do Pólo Avançado na cidade, Agenor Ribeiro Netto, considera ser um ato de irresponsabilidade e covardia falar através de boatos. “Quem cria isso não é uma pessoa séria”. O maestro ainda disse que não existe a possibilidade do Pólo fechar as portas “o fechamento não é viável política e economicamente; os alunos não podem parar de ter aulas no meio do curso e se isso acontecesse o Estado teria que custear os prejuízos”.
O Pólo recebe alunos de 38 cidades do estado de São Paulo. Os 15 cursos oferecidos têm duração de sete anos. Os primeiros alunos matriculados estão cursando o quarto ano. São José do Rio Pardo é a única cidade do Estado que possui um Pólo Avançado.
O maestro informou que a folha de pagamento do Pólo não é alta. “Recebemos aproximadamente R$ 600 mil por ano e alguns instrumentos; temos quase todos os equipamentos necessários para o bom funcionamento da escola”. A Prefeitura é responsável pelo pagamento do aluguel do prédio e de outras contas, como energia elétrica e telefone.
Agenor Netto disse que está pleiteando mais verbas para aumentar o número de cursos e expandir outras salas existentes. Ainda há a necessidade de mais instrumentos para o curso de percussão, livros para a biblioteca, entre outros.
Em 2011, poderão ser abertos mais quatro novos cursos. Segundo o maestro, há grande demanda para canto lírico, violão, oboé e fagote.

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