sábado, 18 de abril de 2015

Nomofobia, a fobia de ficar sem celular


Imagem: Cortesia Kent State University
Diário da Saúde - Nomofobia é um termo originário do inglês, que significa "no-mobile-phobia", ou seja, a fobia de ficar sem celular.

Estar on-line 24 horas por dia parece um caminho sem volta, mas nem todas as pessoas lidam bem com o acesso contínuo à internet.

Como inúmeros psicólogos ao redor do mundo já constataram, o uso constante da tecnologia traz seus próprios riscos - riscos emocionais, psicológicos e até físicos.

Os sintomas dos pacientes vão desde a compulsão a olhar o celular o tempo todo, até movimentos involuntários, com os dedos se mexendo como se estivessem manipulando o aparelho.

"O telefone já não cumpre mais a função daqueles telefones antigos, de se comunicar através da voz. Hoje, você tem rede social, máquina fotográfica, filmadora, GPS, música. Por isso que essa sedução se torna muito maior," comenta o psicólogo Cristiano Nabuco.

Ensino e tecnologia

A tecnologia tem influenciado o ensino, embora algumas escolas tradicionais tentem impedir a utilização de dispositivos tecnológicos na sala de aula, embasados em estudos que garantem que internet na sala de aula é uma má ideia.

Em casa, os pais estão em busca de um caminho. Qual o melhor momento para as crianças começarem a usar tablets, smartphones ou qualquer outro dispositivo tecnológico?

A filósofa Viviane Mosé aconselha: "Precisamos entender que a tecnologia é uma tsunami que já vem. Não podemos lutar contra ela. Não é possível. Não precisa encher seu filho de tecnologia. Mas entenda o que ele está usando, e ajude-o a usar melhor."

Com informações da TV Brasil

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