Por Pâmela Beker*, g1 Itapetininga e Região, com edição do DT
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Morador de Boituva registra formação de nuvem rolo na sexta-feira (7) Foto: Arquivo pessoal/Rodolfo Cruz |
08/08/2026 19h53 | Uma formação curiosa em formato de rolo apareceu no céu de Boituva na manhã de sexta-feira (7), e chamou a atenção de um morador que passava pela Rodovia SP-129.
O responsável pelos registros é Rodolfo Cruz, de 39 anos. Imagens feitas por ele mostram a formação cobrindo parte do céu da cidade. Ele contou ao g1 que fez as fotos por volta das 7h, quando saía do condomínio onde os pais moram para ir ao trabalho.
O responsável pelos registros é Rodolfo Cruz, de 39 anos. Imagens feitas por ele mostram a formação cobrindo parte do céu da cidade. Ele contou ao g1 que fez as fotos por volta das 7h, quando saía do condomínio onde os pais moram para ir ao trabalho.
Entenda o fenômeno abaixo.
“Quando vi aquela formação no céu, o impacto visual foi tanto que não pensei duas vezes e registrei a cena. Um espetáculo da natureza”, contou Rodolfo à reportagem.
Segundo Rodolfo, foi a primeira vez que presenciou uma nuvem desse tipo. Ele disse que costuma registrar paisagens e formações no céu.
“Fiquei realmente impressionado com a cena, a formação da nuvem rolo estava perfeita e chamou muito a atenção na hora. É muito gratificante ver a força da natureza assim de pertinho”, relatou Rodolfo.
“Quando vi aquela formação no céu, o impacto visual foi tanto que não pensei duas vezes e registrei a cena. Um espetáculo da natureza”, contou Rodolfo à reportagem.
Segundo Rodolfo, foi a primeira vez que presenciou uma nuvem desse tipo. Ele disse que costuma registrar paisagens e formações no céu.
“Fiquei realmente impressionado com a cena, a formação da nuvem rolo estava perfeita e chamou muito a atenção na hora. É muito gratificante ver a força da natureza assim de pertinho”, relatou Rodolfo.
Mas afinal, o que é uma nuvem rolo? Para explicar mais sobre o fenômeno meteorológico, o g1 conversou com um agrometeorologista que esclareceu a formação incomum.
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Especialista explicou ao g1 que a formação ocorre pelo encontro do ar frio com o quente Foto: Arquivo pessoal/Rodolfo Cruz |
Ao g1, o professor doutor em agrometeorologia na Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) em Buri (SP), Daniel Silveira Pinto Nassif, de 47 anos, que mora há oito anos em Itapetininga, explicou que a nuvem rolo se forma a partir do encontro das massas de ar frio e quente.
“Nesse encontro, ocorre a condensação de água. Ela fica em forma de rolo devido à subida do ar quente e à descida do ar frio”, esclareceu o professor.
A condensação acontece quando o vapor de água presente no ar esfria e se transforma em pequenas gotículas de água. É o mesmo processo que faz surgir gotinhas do lado de fora de um copo com bebida gelada. No caso das nuvens, quando o ar quente e úmido sobe e encontra uma camada de ar mais frio, o vapor de água perde calor e se transforma em minúsculas gotas. A reunião dessas gotículas dá origem às nuvens.
Segundo o especialista, a formação pode surgir pouco antes da chegada de ventos mais fortes e também anteceder episódios de chuva intensa e, em alguns casos, granizo. “É um fenômeno mais difícil de ocorrer, mas muito impressionante”, explicou o professor.
Nassif também afirmou que fenômenos climáticos, como o El Niño, podem favorecer a intensidade e a frequência dessas formações.
*Colaborou sob a supervisão de Desirèe Assis
“Nesse encontro, ocorre a condensação de água. Ela fica em forma de rolo devido à subida do ar quente e à descida do ar frio”, esclareceu o professor.
A condensação acontece quando o vapor de água presente no ar esfria e se transforma em pequenas gotículas de água. É o mesmo processo que faz surgir gotinhas do lado de fora de um copo com bebida gelada. No caso das nuvens, quando o ar quente e úmido sobe e encontra uma camada de ar mais frio, o vapor de água perde calor e se transforma em minúsculas gotas. A reunião dessas gotículas dá origem às nuvens.
Segundo o especialista, a formação pode surgir pouco antes da chegada de ventos mais fortes e também anteceder episódios de chuva intensa e, em alguns casos, granizo. “É um fenômeno mais difícil de ocorrer, mas muito impressionante”, explicou o professor.
Nassif também afirmou que fenômenos climáticos, como o El Niño, podem favorecer a intensidade e a frequência dessas formações.
*Colaborou sob a supervisão de Desirèe Assis
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