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Tatuí, 


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Tribunal busca solução mais econômica para problemas com caixa d’água no Fórum de Tatuí

Reservatório de água com problemas tem capacidade para 45 mil litros. TJSP estuda sua substituição por outro menor.


Publicado por Tribunal de Justiça de São Paulo e editado pelo DT

Na sexta-feira (11), depois de, na véspera, instalar a Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher na Comarca de Campinas, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, visitou o fórum da Comarca de Tatuí para verificar, in loco, a necessidade e pertinência de impermeabilização, a alto custo, na caixa d’agua que abastece o prédio do fórum.

Experiente em logística que envolve questões estruturais de edificação e manutenção de espaços, o presidente Pereira Calças foi recebido pela juíza diretora do fórum Lígia Cristina Berardi Machado, que também responde pela 3ª Vara Cível de Tatuí, e explicou os problemas que o reservatório de água tem apresentado gradativamente, desde 2012, quando foi inaugurado o fórum.

Também recepcionaram o presidente os magistrados Hugo Leandro Maranzano (diretor da 10ª Região Administrativa Judiciária – Sorocaba), Rubens Petersen Neto (2ª Vara Cível), Mariana Teixeira Salviano da Rocha (1ª Vara Criminal) e Fabrício Orpheu Araújo (2ª Criminal).

Segundo o presidente, no expediente que tramita no Tribunal de Justiça, não há nada de errado em termos formais, mas a melhor e mais econômica ação talvez não seja a impermeabilização e sim a desativação dessa caixa d’água e a instalação de outra, com menor capacidade, mas que atenda às necessidades do prédio. Para tanto, novo estudo será rapidamente elaborado. Além de Tatuí, há outros três prédios de fóruns com reservatórios no mesmo modelo: Avaré, Botucatu e São João da Boa Vista.

Comunicação Social TJSP – RS (texto) / AC (fotos) / DT (edição)

Tribunal de Justiça de São Paulo foi instalado no dia 3 de fevereiro de 1874, sendo denominado Tribunal da Relação de São Paulo e Paraná. Por se tratarem de províncias bastante inexpressivas, foram nomeados apenas sete desembargadores para integrar o Tribunal, que tinha a função de julgar todas. As primeiras instalações se deram em casarões situados no centro da capital paulista.

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