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Tatuí, 


sábado, 26 de setembro de 2015

Em busca dos passos da Publicadora

Ademir Medici

DIÁRIO DO GRANDE ABC - Graças à gentileza do pessoal de Tatuí, Memória estabeleceu um contato com a mais que centenária Casa Publicadora Brasileira. Os antigos lembram bem das suas instalações, no início da Avenida Pereira Barreto. Há 30 anos a Publicadora deixou Santo André. Mudou o endereço, ficou a saudade, mas a filosofia desta organização voltada à religiosidade é a mesma, buscando o bem, valorizando o próximo. Alicerçada na palavra de Deus.

Editora adventista completa 115 anos

Texto: Marcos De Benedicto (*)

Num País em que quase a metade das empresas não passa do terceiro ano de vida, segundo o IBGE, a Casa Publicadora Brasileira é uma honrosa exceção. Ela chega aos 115 anos com vigor e ampliando os investimentos. Apesar da crise, acabou de adquirir novos equipamentos.

Fundada em 1900, a editora está localizada hoje no município de Tatuí (São Paulo), mas entre 1907 e 1985 sua casa foi em Santo André. Quando as primeiras máquinas foram transferidas de Taquari (Rio Grande do Sul) para São Paulo, o local ainda se chamava Estação de São Bernardo.

De acordo com José Carlos de Lima, diretor-geral, o período passado em Santo André foi de grande progresso. No entanto, o crescimento fez com que a editora, que publica as revistas Vida e Saúde e Nosso Amiguinho, entre centenas de títulos nas áreas educacional, religiosa e de Saúde, buscasse um espaço mais amplo.

Na atualidade, a empresa tem 618 funcionários, incluindo um dinâmico corpo editorial. Durante muitos anos, o jornalista Rubens Lessa foi o chefe de redação. Com a aposentadoria dele, em maio do ano passado, o setor passou a ser liderado por nós, que atuamos na editora há 28 anos.

(*) Marcos De Benedicto é o redator-chefe atual da Casa Publicadora Brasileira

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