Boletim de informações COVID-19 n° 636 Tatuí, 24 de outubro de 2021, domingo - 11h00h

18.345 CASOS CONFIRMADOS VÍRUS SARS-COV-2
17.881 PACIENTES RECUPERADOS
456 ÓBITOS CONFIRMADOS
8 INFECTADOS EM TRATAMENTO
2 MÉDIA MÓVEL INFECTADOS / DIA

Fonte: Prefeitura de Tatuí

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Jovem de Tatuí é apontado como responsável por esquema de fraudes no Auxílio Emergencial

Suspeito foi preso nesta sexta-feira (16) em um hotel na capital. Na casa da mãe dele, em Tatuí, a PF apreendeu mais de R$ 145 mil.

Por TV TEM, com edição do DT

Dinheiro foi apreendido em Tatuí durante operação contra desvio do Auxílio Emergencial — Foto: Polícia Federal/Divulgação

16/04/2021 | Um jovem de 18 anos preso nesta sexta-feira (16) durante uma operação da Polícia Federal na cidade de São Paulo (SP) é apontado como responsável por um esquema de fraudes no Auxílio Emergencial na região.

Ele é de Tatuí e estava hospedado em um hotel na capital quando foi detido. A PF ainda apreendeu R$ 145 mil na casa da mãe dele, em Tatuí.

Durante a Operação Botter, policiais federais foram às ruas para cumprir oito mandados de busca e apreensão - três em Tatuí, um em Boituva (SP), três em Paulínia (SP) e um em São Paulo.

De acordo com informações da PM, o homem começou a aplicar os golpes quando tinha 17 anos. Entre os objetos apreendidos na região estão moto, dinheiro, equipamentos eletrônicos e um computador.

A quadrilha investigada na região é apontada por operar bots (robôs) para aplicar os golpes. Até o momento, o prejuízo calculado pela PF chega a R$ 600 mil.

Os investigados vão responder por furto mediante fraude, estelionato, falsidade ideológica e formação de organização criminosa. As penas podem chegar a quase 30 anos de prisão.

Foto: Polícia Federal/Divulgação

Equipamentos eletrônicos foram apreendidos em operação da Polícia Federal contra desvio de verba do Auxílio Emergencial em Tatuí.

Outra ação

Enquanto policiais federais cumpriam ações nas cidades da região pela Operação Botter, outras equipes foram às ruas na região de Campinas (SP) pela Operação Lotter.

Segundo a PF, as duas ações têm relação e são resultado de uma investigação contra fraudes no Auxílio Emergencial. A operação reúne Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Os nomes das operações estão relacionadas ao modo eletrônico utilizado pelos criminosos para fraudar as contas.

Enquanto lotter refere-se a usuários que se utilizam da internet para enganar os outros, aproveitando-se da boa-fé ou fragilidade de terceiros, botters são usuários que operam bots (robôs).

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