Projeto de Ribeirão Pires abrange Araraquara, Campinas e Tatuí. Iniciativa da arqueóloga Angélica Moreira da Silva apresentou resultados finais com edições em braile e fonte ampliada para garantir o acesso à memória urbana paulista.
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| Foto: Ryan Hanada/PMETRP |
22/01/2026 | A manhã desta quarta-feira (21) marcou o encerramento de uma etapa fundamental para a preservação do patrimônio histórico de Ribeirão Pires. A arqueóloga Angélica Moreira da Silva apresentou, no Centro Histórico Literário Ricardo Nardelli (CHL), os resultados finais do projeto “Tijoloteca: catálogo de tijolos antigos sob a guarda de museus e instituições culturais paulistas”. O evento reuniu colaboradores e entusiastas da história local para celebrar a catalogação de materiais que ajudam a contar a trajetória da construção civil e da identidade urbana do estado.
O grande destaque do encontro foi a apresentação das três versões do livro-catálogo produzido pelo projeto. Reforçando o compromisso com a democratização da informação, a obra foi disponibilizada em formato padrão, uma edição integralmente em braile e uma versão com fonte ampliada para pessoas com baixa visão. Segundo a arqueóloga, o apoio da comunidade local foi determinante para o sucesso da pesquisa, que transforma objetos simples, como tijolos de antigas olarias, em documentos históricos valiosos.
Durante a cerimônia, historiadores do CHL reforçaram o papel do Centro Histórico Literário como guardião dessa memória. A preservação desses acervos é vista como um pilar para que as futuras gerações compreendam a evolução da cidade. Além de Ribeirão Pires, o projeto “Tijoloteca” abrange cidades como Araraquara, Campinas e Tatuí. Todo o material coletado — que inclui fotos, medidas e digitalizações — será disponibilizado em plataformas digitais com imagens em 3D e desenhos técnicos, permitindo o acesso público e gratuito ao acervo.
Durante a cerimônia, historiadores do CHL reforçaram o papel do Centro Histórico Literário como guardião dessa memória. A preservação desses acervos é vista como um pilar para que as futuras gerações compreendam a evolução da cidade. Além de Ribeirão Pires, o projeto “Tijoloteca” abrange cidades como Araraquara, Campinas e Tatuí. Todo o material coletado — que inclui fotos, medidas e digitalizações — será disponibilizado em plataformas digitais com imagens em 3D e desenhos técnicos, permitindo o acesso público e gratuito ao acervo.

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