Boletim de informações COVID-19 n° 123 Tatuí, 30 de maio de 2020 - 11h

26 SUSPEITOS
0 ÓBITOS SUSPEITOS
153 CONFIRMADOS
117 RECUPERADOS
10 ÓBITOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Moto de investigador desaparecido há mais de um ano é encontrada queimada em Tatuí

Segundo a polícia, moto estava em uma trilha na área rural. Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, continua desaparecido e o caso é investigado em sigilo.

Por G1 Itapetininga e Região, com edição do DT

Moto de investigador desaparecido há mais de um ano é encontrada queimada em Tatuí — Foto: Arquivo Pessoal

18/05/2020 | A moto do investigador da Polícia Civil de Capela do Alto (SP), morador de Tatuí, que está desaparecido há mais de um ano foi encontrada queimada em uma trilha na área rural de Tatuí no início da tarde deste domingo (17).

Segundo a Polícia Civil, Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, continua desaparecido e o caso é investigado em sigilo na região de Itapetininga (SP).

Moto do investigador da Polícia Civil de Tatuí que está desaparecido há mais de um ano é encontrada queimada — Foto: Arquivo Pessoal

Rodrigo é de Tatuí e trabalhava na delegacia de Capela do Alto (SP). Segundo a polícia, no dia do desaparecimento, em 11 de fevereiro de 2019, o investigador, que estava de férias, saiu de casa com a motocicleta para levar a namorada até Capela do Alto, onde ela também trabalhava como escrivã.

De acordo com a investigação, Rodrigo foi visto pela última vez em uma agência bancária em Boituva (SP).
Imagens do policial em banco estão circulando nas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook

De acordo com a família, por volta de 11h daquele dia, Rodrigo teria informado que ia almoçar com um colega de trabalho e, em seguida, iria a Boituva resolver problemas bancários e visitar o filho, que mora na cidade.

"Alguns dizem que ele foi morto, mas não me entregam o corpo. Mas continuo em busca, jamais vou desistir. O que sinto é uma tristeza de alma, mas tenho fé que a verdade vai aparecer e vou encontrar ele sim", disse ao G1 a mãe do investigador, Heleni Aparecida Campos, quando completou um ano do desaparecimento de Rodrigo.

Heleni afirma que o filho não desapareceria por conta própria, já que ele estava feliz com uma promoção e possível transferência no trabalho, além de estar namorando. Sempre que saía, Rodrigo avisava onde estava, ainda segundo a mãe.

A última visualização de Rodrigo no WhatsApp foi às 17h16 do dia em que desapareceu, e que o filho chegou a sair com uma das armas da Polícia Civil, informou a mãe.

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