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Boletim de informações COVID-19 n° 167 Tatuí, 12 de julho de 2020 - 11h

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533 RECUPERADOS
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145 SUSPEITOS
33 HOSPITALIZADOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Fazendas de Angatuba (SP) se transformam em sítios arqueológicos após registros de fósseis

Angatuba (SP) é considerada berço paleontológico por abrigar registros de centenas de milhões de anos.

Por G1 Itapetininga e Região, com edição do DT

Fazendas de Angatuba tem fósseis de mais 260 milhões de anos — Foto: Reprodução/TV TEM

05/01/2020 | Fósseis de animais pré-históricos transformaram fazendas da região em sítios arqueológicos que, além de terem importância científica, podem ajudar a atrair visitantes para impulsionar o turismo rural.


Fazendas de Angatuba têm fósseis de mais 260 milhões de anos

A maior parte dos fósseis encontrados é do período que antecede a presença dos dinossauros e fica em propriedades de Angatuba (SP), cidade da região que é considerada berço paleontológico por abrigar registros de centenas de milhões de anos.

É o caso do aposentado Fernando Turelli, que encontrou fósseis ao fazer uma limpeza na propriedade dele.

“Tinha uma estrada antiga antes de meu pai comprar a fazenda. Era uma estrada de carroças. Resolvi limpar e descobriram fosseis de 250 milhões de anos atrás.”

Fazendas de Angatuba (SP) são conhecidas — Foto: Reprodução/TV TEM

“Pegadas de dinossauros são famosas, mas outros organismos que viveram antes deles deixaram rastros por aqui. Nesse ambiente, foi o mar que invadiu o continente. Os organismos viviam no fundo de um ambiente aquático e exploravam o continente quando essas rochas não eram formadas”, conta a paleontóloga Miriam Pacheco.

Na cidade são pelo menos cinco sítios paleontológicos e a maior parte dos fósseis foi encontrada na área rural do município.

Fazendas de Angatuba (SP) são sítios arqueológicos — Foto: Reprodução/TV TEM

Em outra fazenda, fósseis de um mesossauro foram encontrados em uma pedreira nos anos 70. O réptil aquático viveu há mais de 270 milhões de anos e entrou em extinção.

Muitos exemplares estão em universidades e museus, mas na época alguns chegaram a sair do país e foram traficados ilegalmente.

“Enquanto eu moía a pedra, eu via pedaços de mesossauro. Eu não sabia o que era, então levava na Praça da República e vendia”, conta o produtor rural João Lopes Neto.

De acordo com a paleontóloga, o fazendeiro que suspeitar que há este tipo de material na propriedade deve entrar em contato com a instituição de ensino mais próxima para verificar a veracidade.

Angatuba (SP) é conhecida por abrigar sítios arqueológicos — Foto: Reprodução/TV TEM

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