Por TV TEM com copidesque do DT
08/03/2026 13h00 | Pesquisas, desenvolvimento de aplicativos, programação e robótica: esses são apenas alguns dos projetos desenvolvidos por mulheres na área de ciência e tecnologia em institutos educacionais de Tatuí e região.
Neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, a TV TEM mostrou histórias de mulheres que fazem a diferença na área científica do interior paulista. Segundo o Instituto de Pesquisa e Econômica Aplicada (Ipea), a participação das mulheres na ciência cresceu nos últimos anos, representando 52% dos pesquisadores no Brasil atualmente.
Mas a realidade era diferente há quase 30 anos. Ainda segundo o Ipea, nos anos 2000, as mulheres representavam 44% dos cientistas brasileiros. As cientistas afirmam que a expectativa é de que esse número continue crescendo.
🤖Robótica em Tatuí
A professora Taiane Vaccas Domingues conseguiu unir ciência, programação e robótica em uma só disciplina.
“A hora que a gente pensa sobre mulheres na ciência, acho que isso começa no ambiente escolar. Elas não estão sendo só usuárias da tecnologia, elas estão se vendo como engenheira, como pesquisadora”, apontou.
A dedicação de Taiane alcançou resultados positivos: a turma de robótica começou a construir seus primeiros robôs. Para Ana Clara Hanf, de 16 anos, esse projeto virou um sonho. Por causa das aulas, a jovem desenvolveu uma paixão pela tecnologia e busca se graduar futuramente em engenharia da computação ou ciência da computação.
“Desde o sétimo ano eu participo de competições junto das aulas de programação e robótica. Foi através das aulas que eu comecei a programar, comecei a construir. E isso foi gerando uma paixão dentro de mim muito grande. O que acarretou a minha escolha do curso do Senai e também o curso da minha faculdade, ou do que eu quero ser quando eu crescer”, compartilhou Ana Clara.
A professora Taiane Vaccas Domingues conseguiu unir ciência, programação e robótica em uma só disciplina.
“A hora que a gente pensa sobre mulheres na ciência, acho que isso começa no ambiente escolar. Elas não estão sendo só usuárias da tecnologia, elas estão se vendo como engenheira, como pesquisadora”, apontou.
A dedicação de Taiane alcançou resultados positivos: a turma de robótica começou a construir seus primeiros robôs. Para Ana Clara Hanf, de 16 anos, esse projeto virou um sonho. Por causa das aulas, a jovem desenvolveu uma paixão pela tecnologia e busca se graduar futuramente em engenharia da computação ou ciência da computação.
“Desde o sétimo ano eu participo de competições junto das aulas de programação e robótica. Foi através das aulas que eu comecei a programar, comecei a construir. E isso foi gerando uma paixão dentro de mim muito grande. O que acarretou a minha escolha do curso do Senai e também o curso da minha faculdade, ou do que eu quero ser quando eu crescer”, compartilhou Ana Clara.
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