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Boletim de informações COVID-19 n° 196 Tatuí, 10 de agosto de 2020, segunda-feira - 11h

1387 CONFIRMADOS
1307 RECUPERADOS
41 ÓBITOS
71 EM TRATAMENTO
23 HOSPITALIZADOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

domingo, 2 de agosto de 2020

Frango com quatro patas chama atenção em Cerquilho

Ave anda e se alimenta normalmente, segundo o dono da agropecuária. Para veterinários, condição se trata de uma anomalia causada ainda dentro do ovo.

Por Júlia Martins*, G1, com edição do DT

Frango nasce com quatro patas em Cerquilho (SP) — Foto: Arquivo pessoal

01/08/2020 | Um frango chamou a atenção do dono de uma agropecuária em Cerquilho (SP). A ave, que atualmente tem cerca de 30 a 40 dias de vida, nasceu com quatro patas.

André Fernando Camargo contou ao G1 que cria pintinhos e codornas há três anos na loja e essa foi a primeira vez que se deparou com algo desse tipo.

"Fui criado em sítio, meu pai sempre criou aves e nunca tinha visto algo desse tipo. Eu separei ele dos outros pintinhos e estou cuidando. Ele come e anda normalmente, é saudável", diz.

As duas pernas sobressalentes ficam na parte traseira do corpo do animal e se desenvolvem junto com ele. A expectativa de André é acompanhar a evolução e ver como a ave se adapta.

"Minha esperança é que ele se torne um galo daqui um tempo e que seja saudável. Estou ansioso para ver como é que essas perninhas vão ficar com o passar do tempo", conta.

O G1 conversou com o veterinário Reynaldo Dias Landgraf Junior, que explicou que a condição pode ser proveniente de uma teratogenia, o que significa que não é genética, mas pode ser passada do animal para o feto por vias infecciosas ou nutricionais.

Segundo o veterinário, a má-formação ocorre quando o feto está dentro do ovo, no formato de embrião e pode causar danos reprodutivos, aborto, retardo de crescimento e até deficiências funcionais.

No caso específico da agropecuária de Cerquilho, Reinaldo explicou que o risco de vida para a ave é pequeno, já que os membros não interferem diretamente no dia a dia do animal, nem nas funções biológicas.

*Com informações de Ana Guedes

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