Boletim de informações COVID-19 n° 471 Tatuí, 12 de maio de 2021, quarta-feira - 11h00h

11.548 CASOS CONFIRMADOS VÍRUS SARS-COV-2
10.933 PACIENTES RECUPERADOS
291 ÓBITOS CONFIRMADOS
324 INFECTADOS EM TRATAMENTO
72,14 MÉDIA MÓVEL INFECTADOS / DIA

Fonte: Prefeitura de Tatuí

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Casos de dengue aumentam mais de 500% durante a pandemia de Covid-19 em Tatuí

Entre janeiro e dezembro do ano passado, 340 pessoas foram diagnosticadas com a doença, sendo 286 a mais em comparação ao ano anterior, quando 54 moradores foram infectados.

Do G1 com edição do DT

TV TEM faz reportagem sobre o crescimento de casos de dengue em Tatuí

11/01/2021 | Além das medidas protetivas contra a Covid-19, a prefeitura de Tatuí também continua o combate contra a dengue na cidade, já que um aumento expressivo foi registrado no ano passado. Segundo a prefeitura, durante o período da pandemia de coronavírus, os casos de dengue chegaram a aumentar mais de 500% em 2020, em relação ao ano anterior.

Entre janeiro e dezembro do ano passado, 340 pessoas foram diagnosticadas com a doença, sendo 286 a mais em comparação a 2019, quando apenas 54 moradores foram infectados.

De acordo com a coordenadora do Departamento de Combate à Dengue, Juliana Camargo da Costa, é feito um bloqueio dos mosquitos em um raio de aproximadamente 150 metros, a partir do local em que é constatada a proliferação.

Casos de dengue aumentam durante a pandemia de Covid-19 em Tatuí — Foto: TV TEM/Reprodução

Casos de dengue em Tatuí

Em 2019 foram confirmados 54 casos de dengue na cidade, sendo que destes, 38 eram autóctones e 16 importados.

Já em 2020, foram registrados 340 casos da doença. Dos positivos, 314 eram autóctones e 26 importados.
De acordo com a prefeitura, em 2021, até o dia 8 de janeiro, são sete casos confirmados.

A prefeitura de Tatuí está realizando uma campanha para controlar os casos da doença. Equipes estão percorrendo os bairros Santa Rita, Tanquinho, Pacaembu e Novo Horizonte, para conscientizar a população sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, além de notificar irregularidades em residências.

Itapetininga

Já em Itapetininga (SP), em 2019 foram registrados 118 casos da dengue. Em 2020, houve uma queda no número de casos, sendo registrados apenas 34.

Conforme a prefeitura, com a chegada do verão, vão ser intensificadas as vistorias com apoio de equipes de controle de vetores. Além disso, também darão continuidade ao trabalho integrado entre controle de vetores, fiscalização do Setor de Posturas e Secretaria de Serviços Públicos.

Sintomas da dengue

Febre alta;
Dor de cabeça intensa;
Manchas vermelhas;
Dor intensa nos músculos;
Dor nas articulações;
Coceira leve;
Inchaço nas articulações (raramente);
Conjuntivite (raramente);
Dor atrás dos olhos;
Náuseas e vômitos;

A Dengue também pode causar hemorragias, encefalopatia, choque circulatório, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural, além de poder levar a óbito.

Como evitar

Usar tampas adequadas para manter caixas-d’água, cisternas, tonéis e outros recipientes que podem acumular água bem fechados.

Trocar diariamente a água dos bebedouros de animais e lavá-los. Se tiver plantas aquáticas, troque a água e lave, principalmente por dentro, com escova e sabão, assim como outros utensílios usados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes e baldes.

Limpar com frequência a piscina, a laje e as calhas removendo tudo que possa impedir a passagem da água. 

Ficar de olho no telhado e no terraço, caso more em apartamento, para evitar o acúmulo de água.

Usar água sanitária ou desinfetante semanalmente para manter os ralos limpos e verificar se estão entupidos. 

Não vai utilizá-los? Mantenha-os vedados.

Separar e encaminhar para reciclagem todo objeto que possa acumular água.

Instalar a caixa do ar-condicionado de forma que não acumule água.

Preencher as depressões em terrenos que podem se tornar possíveis poças de água parada.

Ficar atento aos cuidados com bromélias, babosas e outras plantas que podem acumular água. É indispensável tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando, no mínimo, duas vezes por semana.

Deixar lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água.

Retirar água acumulada na área de serviço, principalmente atrás da máquina de lavar roupa.

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