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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Investigador de Tatuí continua desaparecido

Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, foi visto pela última vez em uma agência bancária de Boituva no dia 11 de fevereiro.

Rodrigo Pereira está desaparecido desde 11 de fevereiro — Foto: Reprodução/Facebook

Por Paola Patriarca, G1 Itapetininga e Região, com edição do DT

21/02/2019 | A mãe do investigador da Polícia Civil Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, que está sumido desde 11 de fevereiro após ter sido visto em uma agência bancária de Boituva (SP), afirmou ao G1 que está acompanhando as buscas feitas pela polícia para encontrar o filho. Segundo ela, a situação fica cada vez mais desesperadora.

"Moramos em Tatuí, mas estou em Boituva para acompanhar todas as investigações. Ainda não sabemos nada sobre o que pode ter acontecido. É desesperador não saber nada, onde ele possa estar e o que pode ter acontecido", diz.

Rodrigo Pereira trabalha em Capela do Alto, mas mora em Tatuí. No dia 11, segundo a mãe relatou no boletim de ocorrência, Rodrigo saiu de casa com uma motocicleta para levar a namorada até Capela do Alto, onde ela também trabalha como escrivã na delegacia.

Por volta das 11h, o policial, que estava em férias, teria informado que ia almoçar com um colega de trabalho e, na sequência, ia para Boituva resolver problemas bancários e visitar o filho, que mora na cidade. Porém, não enviou mais informações e não retornou para a casa.

Imagens do policial em banco estão circulando nas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook

Ainda de acordo com a mãe, a última visualização de Rodrigo no WhatsApp foi às 17h16 e o filho chegou a sair com uma das armas da Polícia Civil.

Imagens da agência bancária que circulam nas redes sociais mostram o investigador na agência bancária por volta das 13h46.

Buscas

De acordo com o delegado Agnaldo Ramos, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), policiais estão tanto em Tatuí, cidade onde o policial mora, quanto em Boituva, que foi onde ele foi visto pela última vez. Ainda não há pistas sobre o paradeiro do investigador.

"Estamos com policiais em cidades da região fazendo buscas e indo atrás de pistas. Recebemos muitas denúncias e ainda não descartamos nenhuma possibilidade. Esperamos que esse caso seja solucionado  o quanto antes. Porém, por enquanto estamos trabalhando para saber o que pode ter acontecido", afirma.

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