terça-feira, 10 de julho de 2012

Polícia Federal investiga crime de racismo em Itapetininga

Do jornal Correio de Itapetininga, edição 382

Everton Dias

Uma equipe da Polícia Federal de Sorocaba apreendeu computadores na cidade de Itapetininga. A operação da PF foi realizada na tarde da última terça-feira. De acordo com o delegado Fernando Bonsack, as investigações seguem sob sigilo judicial. Ele apenas adiantou que apreensão de materiais aconteceu nas casas de pessoas suspeitas de cometer crime de racismo na cidade. De acordo com a PF, o caso segue em segredo de Justiça. Ninguém foi preso.

Segundo a PF, os materiais foram recolhidos por meio de mandado de busca e apreensão. O bairro onde ocorreu a operação não foi divulgado porque o processo corre em segredo de justiça. Ainda de acordo com o delegado, os equipamentos foram levados para a sede da PF em Sorocaba onde serão periciados e posteriormente encaminhados para a capital paulista.

Crime de racismo

A comissão de juristas que prepara o anteprojeto do novo Código Penal, que será enviado ao Senado, decidiu ampliar a lista dos chamados crimes hediondos, incluindo o racismo. Pela Constituição, os crimes hediondos não dão direito a fiança ou anistia.
A progressão de regime também é mais difícil para esses casos: só ocorre após o cumprimento da metade da pena, se o apenado for primário, e de três quintos, se reincidente.
Além disso, a prisão temporária, que para os crimes não hediondos é de 15 dias, será de 30 dias para os hediondos. Durante a reunião, a comissão chegou a votar a inclusão do crime de corrupção entre os hediondos, mas a proposta foi rejeitada.
Os juristas mantiveram a pena para o crime de estelionato (de 1 a 5 anos), mas permitiram o aumento da pena de um terço até metade se o crime for cometido mediante abuso, engano ou indução de criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência mental.



Uma equipe da Polícia Federal de Sorocaba apreendeu computadores na cidade de Itapetininga. A operação da PF foi realizada na tarde da última terça-feira. De acordo com o delegado Fernando Bonsack, as investigações seguem sob sigilo judicial. Ele apenas adiantou que apreensão de materiais aconteceu nas casas de pessoas suspeitas de cometer crime de racismo na cidade. De acordo com a PF, o caso segue em segredo de Justiça. Ninguém foi preso.

Segundo a PF, os materiais foram recolhidos por meio de mandado de busca e apreensão. O bairro onde ocorreu a operação não foi divulgado porque o processo corre em segredo de justiça. Ainda de acordo com o delegado, os equipamentos foram levados para a sede da PF em Sorocaba onde serão periciados e posteriormente encaminhados para a capital paulista.

Crime de racismo

A comissão de juristas que prepara o anteprojeto do novo Código Penal, que será enviado ao Senado, decidiu ampliar a lista dos chamados crimes hediondos, incluindo o racismo. Pela Constituição, os crimes hediondos não dão direito a fiança ou anistia.

A progressão de regime também é mais difícil para esses casos: só ocorre após o cumprimento da metade da pena, se o apenado for primário, e de três quintos, se reincidente.

Além disso, a prisão temporária, que para os crimes não hediondos é de 15 dias, será de 30 dias para os hediondos. Durante a reunião, a comissão chegou a votar a inclusão do crime de corrupção entre os hediondos, mas a proposta foi rejeitada.

Os juristas mantiveram a pena para o crime de estelionato (de 1 a 5 anos), mas permitiram o aumento da pena de um terço até metade se o crime for cometido mediante abuso, engano ou indução de criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência mental.

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