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terça-feira, 20 de março de 2018

Música na Praça de sábado, 24, será em homenagem aos 130 anos de nascimento de Bimbo Azevedo

O projeto Música na Praça, ação cultural da Prefeitura de Tatuí em parceria com o Conservatório de Tatuí e apoio cultural da COOP, realizará neste sábado (24/03) uma edição especial em homenagem aos 130 anos de nascimento de Bimbo Azevedo, com a participação especial de Magali Ribeiro, cantando "Dirce", um clássico do compositor, e com a apresentação musical da Jazz Combo, do Conservatório de Tatuí.

O evento marcará também a entrega do restauro da estátua de Bimbo Azevedo, realizado pelo artista plástico Cláudio Camargo.

Especialmente nesta semana, o evento terá início às 10h e contará com uma diversidade de ações: Feira da Saúde, entrega de novo mobiliário urbano da Praça (ação coordenada pelo projeto Abrace Tatuí, do Fundo Social de Solidariedade), e reinstalação do monumento de Bimbo Azevedo devidamente restaurado, além da revitalização dos painéis informativos na Casa de Bimbo Azevedo, sobre a vida e obra do compositor, músico e luthier tatuiano.

Bimbo Azevedo - Octávio de Azevedo nasceu em Tatuí em 30 de março de 1888 e se tornou popularmente conhecido como Bimbo Azevedo, tendo, desde a infância, apresentado interesse pela música.

Tocou bandolim, cavaquinho, piano, violão e violino. Aos 21 anos de idade deu início a composição de músicas, com a sua famosa valsa "Dirce", que alcançou grande sucesso no Brasil. A mesma música ganhou em 1º lugar na categoria "Melhor Música Popular e do Estrangeiro", no Chile, e ficou entre as 10 primeiras classificadas no Concurso de Valsa, em Hamburgo, na Alemanha. 

Na década de 20, participou de programas de música nas rádios Educadora, de São Paulo, e na Rádio Record. Já na década de 30, tocava nas sessões de cinema mudo da Cidade Ternura. Bimbo foi o 1º violino, ou Spala, da Orquestra Sinfônica do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí.

Suas canções contam com originalidade da melodia, que buscava a perfeição na harmonia, e uma notável identificação musical com o gosto popular da época. Devido à sua extraordinária percepção musical, foi luthier, trabalho que praticava em sua residência, fabricando violinos e arcos. Na ocasião de seu falecimento, Bimbo deixou inacabados 17 violinos.

Além da imortalidade por meio de suas canções, Bimbo Azevedo também está presente no Hino a Tatuí e no monumento situado na Praça da Matriz. A casa onde nasceu, viveu e morreu, localizava-se na esquina da Praça da Matriz com a Rua Coronel Aureliano de Camargo, onde se encontram situados os painéis que narram a sua história de vida.

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