sábado, 3 de outubro de 2015

Pronto-Socorro de Tatuí: veja matéria do G1

Pronto-socorro de Tatuí será gerenciado apenas por Santa Casa
(Foto: Reprodução/ TV TEM)
De julho até esta sexta-feira (2), três órgãos gerenciavam unidade.
Objetivo é agilizar distribuição de recursos e melhorar o atendimento.


Do G1- O pronto-socorro de Tatuí será gerenciado exclusivamente pela direção da Santa Casa do município a partir de segunda-feira (5). A alteração foi divulgada nesta sexta-feira (2), durante entrevista coletiva. A mudança ocorre dois meses depois que a unidade começou a ser gerenciada por três órgãos: a direção da Santa Casa, Prefeitura de Tatuí e a empresa São Bento Saúde.

Segundo os órgãos, o objetivo da alteração é agilizar distribuição de recursos e melhorar o atendimento do local. A provedora da Santa Casa, Nanete Vali de Lima, aprovou a medida. “Realmente o pronto-socorro tem que ser junto com a Santa Casa. Até para recebermos os recursos fica mais fácil. Vamos ter um Pronto Atendimento que receberá os convênios, o que é muito importante para a Santa Casa.”

Devido a dívidas de R$ 18 milhões, falta de medicamentos e equipamentos, tanto o pronto-socorro como a Santa Casa começaram a ter gestão compartilhada em julho em Tatuí. Mesmo com a alteração, a prefeitura continuará a repassar R$ 650 mil mensais ao pronto-socorro, diz o prefeito José Manoel Correa Coelho (PMDB), o Manu.

A verba ficará com a Santa Casa, que dará o destino escolhido. “A prefeitura vai continuar custeando luz, água, telefone e os funcionários, uma folha de R$ 3 milhões. Isso continuamos pagando, e eles vão cuidar da área médica e custeio do pronto-socorro”, diz Manu.

Apesar da mudança de gestão do pronto-socorro, a Santa Casa ainda terá gestão compartilhada entre direção, prefeitura e empresa. Frei Bento de Aguiar, o representante da empresa contratada como “consultora” da gestão, a São Bento Saúde, afirma que desde as mudanças em julho houve evolução:

“A gente observa que muito precisa ser feito, mas tem muita coisa refletindo positivamente à população em relação aos atendimentos e cirurgias eletivas, que estavam paralisadas e voltaram a serem realizadas. Na saúde nunca conseguimos atingir 100%, mas estamos nos esforçando para atingir o melhor”, completa.

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