São apenas 25 anos de idade, mas Diogo Liberano já fez seu nome no cenário teatral brasileiro. Com “Sinfonia Sonho” (2012), trabalho de conclusão do curso de Direção Teatral da UFRJ, foi indicado ao Prêmio Questão de Crítica na categoria de Melhor Direção. Este ano, ainda assinou a dramaturgia de “Maravilhoso”. Agora, assume a função de ator em outro espetáculo próprio, chamado “Vermelho Amargo”. A peça é baseada no premiado romance homônimo do escritor Bartolomeu Campos de Queirós.
Para isso, o menino teve uma ajuda muito especial. Amiga de Bartolomeu há muitos anos, a atriz tatuiana Vera Holtz foi recrutada pelo próprio escritor para participar desta primeira transposição do romance para o teatro. Responsável por supervisionar a adaptação, a atriz dividiu com o grupo sua experiência como atriz e diretora e seus conhecimentos em artes plásticas, curso no qual é formada há mais de 40 anos.
– Ele me contou que um grupo tinha o procurado querendo fazer uma adaptação teatral de “Vermelho Amargo”. Perguntei se ele conhecia os artistas e ele disse que não (risos). Mas falou: “Quanto mais pessoas se inspirarem com o meu trabalho, melhor”. Achei aquilo de uma generosidade incrível! – lembra Vera.

