Boletim de informações COVID-19 n° 119 Tatuí, 26 de maio de 2020 - 11h

26 SUSPEITOS
2 ÓBITOS SUSPEITOS
106 CONFIRMADOS
77 RECUPERADOS
8 ÓBITOS

Fonte: Prefeitura de Tatuí

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Grupo sem-terra amplia ocupação de fazendas na região

Do G1- Durante o último fim de semana os integrantes da Frente Nacional de Luta (FNL), que estão acampados em propriedades da região, ampliaram as ocupações de terras. Eles invadiram mais duas fazendas, com isso, o número de propriedades com manifestantes subiu para cinco.

Em agosto, os integrantes da FNL invadiram a fazenda Paiol. Com a chegada de mais integrantes para as novas ocupações, já são 1,2 mil pessoas acampadas nas terras que abrangem os municípios de Itapetininga, Tatuí e Quadra.

Os acampados reivindicam cinco mil hectares de terra e dizem que escolheram essas propriedades não pela produtividade, mas sim pela legalidade das áreas. O dirigente do movimento, José Rainha Júnior, diz que as áreas invadidas foram griladas e estão endividadas. “Essas áreas que estamos ocupando são griladas. Elas pertenciam a Júlio Prestes, que tinha 10 mil alqueires. São áreas que não têm documento. Estamos questionando a legitimidade dos títulos e eles são ilegais. Nós não fomos notificados por ninguém. Assim que for recebida ordem judicial, será cumprida”, afirma.

A última fazenda invadida é a Santa Mônica. Na área há plantação de cana, criação de gado e cavalos. O administrador Marcos Barbosa, que é responsável pela propriedade, diz que já tem uma ação de interdito proibitório, documento que impediria legalmente uma invasão, mas mesmo assim os integrantes ocuparam a área. Funcionários continuam a trabalhar no local e esperam uma decisão judicial. “O animal não pode parar de comer por causa dessa invasão, então, nosso trabalho tem que continuar tanto na agricultura, quanto na pecuária. A gente combinou, para tentar evitar qualquer problema, manter a calma e a ordem. A gente foi lá, conversou e pediu para que eles permaneçam apenas no local ocupado porque a gente vai continuar trabalhando aqui”, ressalta.

O Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) informou que não tem conhecimento do imóvel ocupado e afirma ainda que suspendeu todas as vistorias e outros procedimentos na desapropriação dos cinco imóveis ocupados na região.
(Foto: Reprodução / TV TEM)

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