sábado, 9 de setembro de 2017

poesia / Ana Moraes

Joias de todos

Ao olhar o entardecer
Vejo o dia anoitecer
Joias brilham lá no céu
Sobre o escuro azul do véu

A peça de prata descoberta
Resplandece a beleza desperta
Joias que ninguém pode ter
Ao pobre e rico pertencem o brilho do anoitecer

Todos são ricos com essa constituição
Penetra na alma provocando admiração
Sob as joias do céu há o antagonismo
As mazelas, a insensibilidade e o pragmatismo

E a na profundidade dessa escuridão
Pode estar a resposta para tanta ingratidão
E nos remete a reflexão da profundeza
Para termos ciência de nossa pequeneza

A.M.O.R.
Ana Moraes de Oliveira Rosa

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