domingo, 1 de fevereiro de 2026

Polícia Militar realiza operação para fiscalizar bares em Tatuí

Durante a operação, foram fiscalizados 14 estabelecimentos comerciais, sendo que um foi fechado.

Da TV Sorocaba / SBT, com edição do DT

Imagem: Divulgação / Polícia Militar

01/02/2026  |  A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio do 22º Batalhão de Polícia Militar do Interior, realizou, nos dias 30 e 31, uma operação conjunta com a Guarda Civil Municipal e a Prefeitura de Tatuí, denominada Operação Bares. A ação teve como objetivo fiscalizar estabelecimentos comerciais, verificar o cumprimento das normas administrativas e reforçar o policiamento preventivo na cidade.

Durante a operação, foram fiscalizados 14 estabelecimentos comerciais. Como resultado, um estabelecimento foi notificado pela Prefeitura e teve suas atividades encerradas imediatamente. Outro estabelecimento recebeu orientação e realizou o fechamento voluntário, em razão do horário limite previsto em alvará.

A corporação destacou ainda que as operações serão intensificadas de maneira contínua, com o objetivo de inibir práticas irregulares, prevenir delitos e assegurar um ambiente mais seguro e ordeiro para a população.

Após três anos foragido, suspeito de matar e enterrar filha no quintal de casa é preso enquanto pescava em Tatuí

Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, estava foragido desde 2022, quando a ossada da filha foi encontrada no quintal da casa onde moravam em Ilha Comprida SP.

Por TV TEM com edição do DT

Foto: Arquivo pessoal
Gutemberg Peixoto Alves de Souza estava foragido desde 2022, quando a ossada da filha Ágata foi encontrada 

01/02/2026 18h12 |  O homem suspeito de matar e enterrar o corpo da própria filha no quintal de casa, em Ilha Comprida, no litoral de SP, foi preso neste domingo (1º) enquanto pescava em um lago na cidade de Tatuí (SP).

Segundo a Guarda Civil Municipal, Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, estava foragido da Justiça desde 2022 e tinha mandado de prisão em aberto por homicídio e ocultação de cadáver.

O suspeito foi abordado por agentes da GCM enquanto utilizava uma tarrafa para pescar no lago da Praça Mário Cóscia, prática proibida no local por ser considerada pesca predatória. Durante a abordagem, ele apresentou um nome falso.

Ao ser levado para a delegacia, os agentes realizaram consulta no sistema e constataram que se tratava de um foragido da Justiça.

Gutemberg recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Tatuí, onde permaneceu preso.

Crime no litoral

Gutemberg Peixoto Alves de Souza é acusado de ter matado a filha, Ágata Gonzaga Peixoto Ferreira, de 17 anos, que desapareceu em Ilha Comprida em 2021. A jovem morava com o pai no bairro Balneário Britânia.

Foto: Arquivo pessoal e Rinaldo Rori/g1 Santos
Polícia acredita que ossada encontrada seja de jovem de 17 anos que está desaparecida. Ela morava na casa com o pai 

Os restos mortais encontrados no quintal da residência onde Ágata morava com o pai foram localizados na manhã do dia 11 de novembro de 2022. A ossada estava envolvida por uma rede e um lenço.

As investigações começaram após um tio da adolescente procurar a delegacia em 26 de outubro de 2022, informando que Ágata estava desaparecida havia mais de um ano. Ele relatou que a jovem morava com o pai, Gutemberg Peixoto Alves de Souza, que dizia aos familiares que a filha teria decidido morar com a mãe, em Itanhaém.

Ao ser localizada pela polícia, porém, a mãe negou ter recebido a filha. Depois disso, Gutemberg mudou a versão e passou a afirmar que Ágata teria fugido para Sorocaba (SP), com um rapaz, e que desde então não mantinha contato nem utilizava redes sociais.

Inicialmente, o registro foi feito como desaparecimento de pessoa, mas, após a localização da ossada no quintal da casa, o caso foi reclassificado como homicídio, e a Polícia Civil de Ilha Comprida deu início às investigações que resultaram no pedido de prisão do suspeito.

Foto: Rinaldo Rori/g1
Pai matou a filha e a enterrou no quintal da casa, no bairro Balneário Britânia, em Ilha Comprida (SP) 

Eleições 2026: o que são as resoluções do TSE e por que passam por atualização

Instruções normativas são publicadas a cada eleição para organizar o pleito

27/01/2026 |  As principais regras que disciplinam o processo eleitoral no Brasil podem ser encontradas em diversos normativos, como a Constituição, o Código Eleitoral e as leis das Eleições, dos Partidos Políticos e das Inelegibilidades. Além disso, a cada eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode atualizar ou publicar resoluções para organizar o pleito. Essa prerrogativa faz parte da função normativa do Tribunal e está prevista no art. 1º, parágrafo único e art. 23, IX, ambos do Código Eleitoral. Mas para que servem esses instrumentos?

Diferentemente das leis que podem alterar o processo eleitoral, as resoluções do TSE são editadas e publicadas para orientar partidos, coligações, federações partidárias, candidatas, candidatos, eleitoras e eleitores sobre os procedimentos previstos na legislação eleitoral. Com as resoluções, o TSE busca organizar melhor a preparação e realização das etapas do pleito, bem como garantir uniformidade quanto à aplicação das leis eleitorais.

Conforme o art. 105 da Lei das Eleições, “até o dia 5 de março do ano da eleição, o TSE, atendendo ao caráter regulamentar e sem restringir direitos ou estabelecer sanções distintas das previstas nesta Lei, poderá expedir todas as instruções necessárias para sua fiel execução, ouvidos, previamente, em audiência pública, os delegados ou representantes dos partidos políticos”.

Sociedade pode contribuir com sugestões

As minutas das resoluções para as Eleições 2026 já foram divulgadas e estão disponíveis para consulta da sociedade na página da Justiça Eleitoral. Qualquer pessoa pode fazer sugestões para aperfeiçoar esses regulamentos por meio deste formulário eletrônico, mas o prazo terminou neste 30 de janeiro.

Já entre os dias 3 e 5 de fevereiro, serão realizadas audiências públicas sobre o tema. No dia 3, os debates abordarão pesquisas eleitorais, auditoria e fiscalização, sistemas eleitorais e atos gerais do processo eleitoral. A pauta do dia 4 será dedicada ao registro de candidaturas, ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e à prestação de contas.

No último dia, serão discutidos assuntos relacionados à propaganda eleitoral, a representações e reclamações, a ilícitos eleitorais, ao transporte especial aos locais de votação para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida e à consolidação das normas voltadas ao cidadão nas eleições. As audiências ocorrem de forma presencial e virtualmente, com transmissão pelo canal da Justiça Eleitoral no Youtube e pela TV Justiça.

Para as Eleições 2026, a elaboração e a revisão das referidas instruções normativas foram atribuídas ao vice-presidente do TSE, ministro Nunes Marques, nos termos da Portaria TSE nº 575/2025 e da Portaria TSE nº 7/2026.

Leia em: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Janeiro/eleicoes-2026-o-que-sao-as-resolucoes-do-tse-e-por-que-passam-por-atualizacao