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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Big Band e Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí tocam “Viva Pixinguinha!”


Repertório trará arranjos originais do compositor, dias 18 e 19, às 10h00, no Teatro Procópio Ferreira



Big Band e Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí se unem neste mês em dois concertos especiais com o tema “Viva Pixinguinha”. No repertório, arranjos originais do homenageado, considerado um dos maiores compositores da música brasileira. As apresentações serão nos dias 18 e 19 de setembro, às 10h00, no Teatro Procópio Ferreira.

Gênio incontestável da música brasileira, o compositor, instrumentista, arranjador e maestro Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, nasceu no bairro da Piedade, no Rio de Janeiro, em 23 de abril de 1897, filho de Alfredo da Rocha Vianna e Raimunda Maria da Conceição. Sabe-se que seu pai, funcionário dos Correios, era também flautista amador e promovia reuniões musicais em casa, às quais compareciam renomados chorões da época. O menino teria recebido da avó africana ou de uma prima chamada Eurídice o apelido Pizindim (cujo significado seria “menino bom”). Há quem acredite que o nome Pixinguinha seja derivado da mistura desse apelido com “Bexiguinha”, pois, quando criança, teve a face marcada pela varíola, doença chamada popularmente de bexiga (Fonte: www.ims.com.br).

O coordenador da Big Band do Conservatório de Tatuí, Celso Veagnoli, conta que o arquivo pessoal de Pixinguinha está sob a guarda do Instituto Moreira Salles desde 2000 – um acordo com a família do músico. O acervo traz documentos pessoais, medalhas, troféus, recortes de jornal, fotos, roupas, gravações realizadas por seu filho Alfredo da Rocha Vianna Neto e a flauta utilizada pelo músico durante muitos anos.

De todo o acervo, destaca-se um lote de aproximadamente mil conjuntos de partituras com arranjos feitos por ele. Digitalizadas e catalogadas, essas partituras têm sido estudadas por diversos músicos renomados. Acredita-se que estas pesquisas podem revelar novas facetas do autor.

Segundo a biografia do compositor, em 1946, o radialista Almirante levou Pixinguinha para a Rádio Tupi, onde produziram um programa que marcaria a carreira de ambos: “O Pessoal da Velha Guarda”. Almirante era redator e apresentador da atração, enquanto Pixinguinha criava os arranjos.

Alguns destes arranjos, transmitidos ao vivo no programa entre janeiro de 1947 e março de 1952, foram selecionados para o repertório dos dois concertos da Big Band e do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí. São eles: “Assim é que é”, “Concerto de Bateria”, “Cabeça de Porco”, “Conversa Fiada”, “Gaúcho”, “Flor do Abacate”, “Água do Vintém”, “Ferramenta”, “Vou andando” e “Subindo ao Céu”.

Apoio Cultural – O Conservatório de Tatuí orgulha-se em receber, em 2017, apoio cultural de Coop Cooperativa de Consumo e CCR SPVias.

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