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domingo, 5 de junho de 2016

Bem em campo e na ‘resenha’, Rodinei revela clima no vestiário e celebra boa fase no Fla

Atleta tomou rapidamente vaga como titular (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)


BOA INFORMAÇÃO - Com poucos meses de Flamengo, Rodinei já é figura conhecida pela torcida rubro-negra. Pela velocidade, pela boa chegada ao ataque… E pela resenha! O lateral direito é um dos mais carismáticos do elenco, responsável pelos apelidos (apesar de só ter revelado o de Alan Patrick, Velhinho, pela careca já acentuando) e valoriza o bom ambiente no vestiário. Em conversa com o Esporte Interativo, o defensor também explanou sério, sobre a má fase recente do time e a pressão por resultados.

“Não tenho medo de pressão. Jogador tem que ter personalidade. Estou em um momento bom, mas sei também que posso passar por um momento ruim junto com o time. O torcedor cobra, é emoção, a gente está preparado para isso. Vamos tentar trabalhar com o Zé e seguir bem no Campeonato Brasileiro”.

“É um ambiente bom dentro do vestiário. Isso ajuda, porque o esportista, muitas vezes, vai com a responsabilidade e muito travado para os jogos. Mas o futebol é ousadia, é alegria, a gente tem que se divertir jogando, mesmo com a responsabilidade. Temos que ter personalidade e alegria para fazer o que a gente sabe fazer”.

Lateral é o que mais cruza certo no Flamengo (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

O lateral também explanou sobre uma das pautas do momento na Gávea: Zé Ricardo. O treinador interino assumiu a equipe e tem 100% de aproveitamento, com duas vitórias no Campeonato Brasileiro. Para Rodinei, apenas elogios ao novo comandante.

“O Zé é um excelente treinador. Está passando certinho o que temos que fazer dentro de campo e estamos captando bem. Em relação a outro treinador, isso não cabe ao esportista falar, tem que deixar com a diretoria. Enquanto o Zé estiver com a gente, vamos dar total apoio, assim como ele dá para a gente. Está dando certo”.

Esporte Interativo: Não vai entregar os apelidos do elenco?

Rodinei: Não posso contar. Teve uma vez que eu contei, e os caras: ‘o que você vai ficar falando lá? Meu apelido em rede social, entrevista…’ (risos). Então, não tem mais essa. Se eu lembrar de algum, conto para vocês, mas não sei mais nenhum de cabeça (risos).

EI: Você é muito identificado com a sua cidade natal? É sempre bem recebido lá?

R: Quando eu vou para Tatuí, é muita festa, todo mundo quer tirar foto. O pessoal fica brincando, pensando que Tatuí é pequeno, mas tem mais de 100 mil habitantes. Ainda não tem um shopping, mas eu brinco com os meus amigos que quem vai construir sou eu (risos). Tenho muito orgulho de lá.

Jogador teve adaptação rápida na Gávea (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

EI: Ainda sobre Zé Ricardo, o que o novo técnico fez para alternar a fase da equipe?

R: Não tem muitas mudanças no time, mas a gente está com uma postura diferente, mais vontade, com sangue nos olhos. O resultado está vindo naturalmente, com muita dificuldade, mas estamos conseguindo nos sobressair.

EI: Como foi para o elenco lidar com o momento negativo?

R: Estava um clima muito pesado até com os torcedores. A gente sabe da responsabilidade que tem. Todos vimos o que estávamos fazendo de errado para a situação alternar. Conseguimos as vitórias, vamos pensar somente no jogo contra o Palmeiras, no domingo, e vamos firme em busca de grandes coisas neste ano.

EI: Ainda há esperança por uma boa temporada do Flamengo?

R: Quando eu jogava na Ponte Preta, pensava de um jeito. Quando fui contratado pelo Flamengo, vim sabendo que tinha que ser campeão. O Flamengo é time grande e cada jogo que a gente entrar, vamos brigar pelas vitórias. No final, queremos brigar pelo título e por Libertadores. A gente não pode jogar no Flamengo e pensar em ficar no meio da tabela ou em não cair.

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